Criada
no final dos anos 60, a dieta macrobiótica
enfatiza cereais integrais cultivados
localmente, legumes e produtos de soja
fermentada, combinados em refeições
pelo princípio das propriedades
do yin e yang.
O ideal é que não seja consumido
nenhum produto animal, porém Kushi
recomenda que a dieta seja adotada gradualmente,
comendo cada vez menos alimentos de origem
animal até que o corpo não
tenha mais necessidade deles. Farinha
refinada, açúcar, laticínios
e carne de vertebrados são vistos
como os mais nocivos, enquanto peixe é
considerado aceitável se o corpo
pedir por ele. Além de frutas naturais,
o único adoçante usado na
comida macrobiótica é xarope
de malte de cevada.
Uma sopa miso japonesa tradicional é
tomada como desjejum. Os ingredientes
para uma refeição principal
macrobiótica são sempre
cozinhados juntos por uma extenso período
de tempo em um só lugar, geralmente
uma panela de pressão. Um produto
de soja fermentada (por exemplo miso ou
tamari) é geralmente misturado
depois de cozinhar.
Exemplos
de combinações:
Arroz integral, lentilhas e couve-flor
Cevada integral, ervilhas e cenouras
Trigo integral, grão-de-bico seco
e batatas.
Os
proponentes da macrobiótica afirmam
que essa dieta pode ajudar a alcançar
a paz interior e salvação
do consumismo, assim como trazer benefícios
significativos para a saúde, incluindo
proteção contra enfermidades
cardíacas e alguns cânceres.
Alguns do que seguem essa dieta acreditam
que sua boa saúde é decorrente
de comer macrobioticamente, porém
oponentes apontam diversas mortes de pessoas
que estavam usando a forma mais severa
de macrobiótica. Não foi
comprovada nenhuma ligação
de causa entre dieta e as mortes, mas
isso não pode ser descartado como
um fator possível.
Nota:
Todo programa alimentar deve ser realizado
sob supervisão médica.