A
soja é considerada um alimento funcional
porque além de funções
nutricionais básicas, produz efeitos
benéficos à saúde, reduzindo
os riscos de algumas doenças crônicas
e degenerativas. É rica em proteínas
de boa qualidade, possui ácidos graxos
poliinsaturados e compostos fitoquímicos
como: isoflavonas, saponinas, fitatos, dentre
outros. Também é uma excelente
fonte de minerais como: cobre, ferro, fósforo,
potássio, magnésio, manganês
e vitaminas do complexo B.
Os
efeitos fitoterápicos da soja foram identificados
por pesquisadores que observaram que em países
do Oriente, onde a população consome
grandes quantidades de soja e derivados, a incidências
de alguns tipos de câncer como: mama,
colo de útero e próstata, bem
como das doenças cardiovasculares é
muito menor do que em países do Ocidente.
Pesquisas constataram que a diferença
estava na dieta alimentar dos orientais, que
é rica em soja e seus subprodutos.
As
pesquisas têm demonstrado que as isoflavonas
da soja reduzem os riscos de alguns tipos de
câncer, como: mama, colo do útero
e próstata. Também são
recomendadas na tensão pré-mestrual,
no alívio dos sintomas indesejáveis
da menopausa e na prevenção da
osteoporose. O FDA, órgão que
regulamenta a produção de alimentos
e medicamentos nos Estados Unidos, recomenda
a ingestão diária de 25g de proteína
de soja, que corresponde à aproximadamente
60g de grãos de soja, para o controle
dos níveis de colesterol e triglicérides
reduzindo, assim, os riscos de enfarto, trombose,
aterosclerose e acidentes vasculares cerebrais
(AVC).
A soja é um alimento calórico-protéico,
uma ingestão em grande quantidade pode
provocar aumento do peso corporal dependendo,
é claro, do metabolismo de cada pessoa.
A soja possui 395 calorias por 100 g de grãos
enquanto o arroz tem 364 calorias, o feijão
344, o grão de bico 364, a lentilha 340
e a ervilha 343.
Fonte:
Ministério
da Agricultura
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