É
comum ouvirmos
alguém
dizer que
normalmente
não
janta. O
que isso
quer dizer
é
que não
é
feita uma
refeição
tradicional,
de garfo,
a pessoa
limita-se
a petiscar
“qualquer
coisa”.
Confira
se o faz
corretamente.
A substituição
do jantar
tradicional
(com sopa,
prato principal
e fruta)
por lanches
está
a tornar-se
cada vez
mais frequente.
A falta
de tempo
para preparação
da refeição,
a dificuldade
de preparar
uma refeição
completa
após
um dia cansativo
de trabalho,
a comodidade
oferecida
pelos alimentos
prontos
ou semi
prontos,
são
apenas alguns
dos fatores
que podem
estar a
contribuir
para este
fenômeno.
Há
quem o faça
por achar
que uma
refeição
completa
será
mais “pesada”
do que um
pequeno
lanche.
Mas nestas
questões
da alimentação,
quantidade
não
é
qualidade.
Um pequeno
lanche constituído
por um ou
dois salgadinhos
e por um
refrigerante
é,
normalmente,
mais calórico
e menos
nutritivo
do quer
um prato
de comida
“normal”.
Dependendo
do tipo
de trabalho
que se tem
e do tempo
disponível
para as
refeições
durante
o dia, o
jantar pode
assumir
diferentes
graus de
importância.
Assim, se
uma pessoa
tem tempo
para fazer
uma refeição
completa
à
hora de
almoço
e um pequeno
lanche a
meio da
tarde, o
jantar pode
ser leve,
apenas um
complemento.
Por outro
lado, para
quem não
tem tempo
de fazer
tranquilamente
uma refeição
completa
e equilibrada
à
hora de
almoço,
o jantar
passa a
ter uma
grande importância,
devendo
ser uma
refeição
de boa qualidade
e completa,
ainda que
seja em
quantidade
pequena.
Em
qualquer
dos casos,
o jantar
deve ser
sempre constituído
por alimentos
de fácil
digestão,
principalmente
se dorme
cedo, para
evitar má
digestão
e comprometimento
do sono.
Um excesso
de alimentos
à
noite está,
muitas vezes,
na origem
da falta
de apetite
que muitas
pessoas
sentem de
manhã.
Mas
estas substituições
não
são
sempre bem
feitas e
um dos principais
efeitos
que resultam
daí
são
o ganho
de peso
corporal,
com aumento
também
da taxa
de gordura
no sangue.
Isto é
resultado
da composição
dos referidos
lanches,
que podem
ser leves
no peso
mas que
são
normalmente
constituídos
por alimentos
de alto
valor calórico,
com grandes
quantidades
de gordura
adicionadas
e/ou escondidas.
Um
exemplo
típico
do que acaba
de ser dito
são
as refeições
constituídas
por pão
ou tostas,
barradas
gentilmente
com manteiga
ou queijos
gordos,
ou charcutaria
variada,
compotas
e geleias,
etc.
Como
esta refeição
parece leve
acrescenta-se-lhe
1 ou 2 iogurtes,
ou 1 copo
de refrigerante,
ou 2 peças
de fruta,
ou uma taça
cheia de
cereais
com leite,
ou 1 ou
2 croquetes
(tão
pequeninos!),...
e o total
de calorias
ingeridas
é
quase sempre
superior
ao que seria
se comesse
uma refeição
tradicional.
Como
deve ser
afinal o
jantar?
De
uma forma
geral, o
jantar deve
ser uma
refeição
leve, constituída
por alimentos
de fácil
digestão
e em pequenas
ou moderadas
quantidades,
em função
das necessidades
de cada
um.
Coma
em quantidades
moderadas
alimentos
ricos em
hidratos
de carbono
complexos
e pobres
em gorduras
saturadas.
Assim, privilegie
as massas,
o arroz,
o pão
de mistura
ou integral,
acompanhados
com vegetais
(na forma
de saladas,
sopas, legumes
cozidos)
temperados
com um pouco
de azeite.
É
importante
haver uma
fonte de
proteínas
que contenha
pouca gordura
e colesterol.
Assim, acrescente
um pouco
de carne
magra, peixe,
lacticínios
pouco gordos
(leite,
iogurtes,
queijos
magros).
A
fruta pode
completar
a refeição,
especialmente
se ainda
não
tiver comido
3 peças
nesse dia.
Nut.
Florbela
Mendes
Lisboa -
Portugal
Site:
www.florbelamendes.net
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